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O diamante raro que pode contar a história das profundezas da Terra

  • Coluna Ciência Fundamental

Como utilizamos o acelerador de partículas Sirius para investigar um pequeno cristal doado por garimpeiros do Mato Grosso 

Ilustração: Lívia Serri Francoio

Fernanda Gervasoni e Tiago Jalowitzki

Embora a superfície da Terra seja amplamente explorada, seu interior permanece um desafio científico. Como as perfurações mais profundas alcançam pouco mais de 12 quilômetros, compreender as profundezas do globo terrestre depende de ondas sísmicas, experimentos em altas pressões e temperaturas e modelos computacionais. Uma abordagem, porém, permite o acesso direto a essas regiões: os diamantes.

Formados sob condições extremas, ao longo de seu crescimento os diamantes aprisionam pequenos minerais que permanecem isolados por milhões ou até bilhões de anos, constituindo um verdadeiro registro geológico do interior do planeta. Para os geocientistas, eles são autênticas cápsulas do tempo.

Leia o texto completo no Ciência Fundamental, na Folha de S.Paulo.

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