07/01/2026 02:46

Haiti, o ponto zero da humanidade

  • Coluna Ciência Fundamental

Como a ciência eurocêntrica apagou a história de um país

Ilustração: Julia Jabur

Wisnel Joseph e Laís Meneguello Bressan

Durante muito tempo, acreditou-se que a razão morasse na França, a civilização, na Grécia, o humanismo, na Itália. Os demais países seriam a periferia do mundo e deveriam ter o progresso europeu como farol.

As palavras reivindicadas pela Europa eram grandiosas: liberdade, igualdade, fraternidade. Mas “os outros”, nas colônias, não foram convidados para o banquete que deu vida ao Iluminismo, e essa ausência sedimentou o presente. O “universal” do humanismo europeu sempre teve um defeito de fábrica: prometia liberdade, deixando de incluir corpos negros, indígenas, migrantes, femininos no mapa da humanidade.

Leia o texto completo no Ciência Fundamental, na Folha de S.Paulo.

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