Anderson Carvalho Vieira

Ciências da Vida

Com que rapidez uma floresta pode se recompor? E como medir se a biodiversidade realmente está voltando junto com as árvores? Essas perguntas movem o trabalho do biólogo Anderson Carvalho Vieira, que aposta numa estratégia inovadora: rastrear o DNA invisível deixado por aves e borboletas no ar, na água ou no solo. 

Formado em ciências biológicas e mestre em ciências ambientais pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Vieira é doutor em genética e biologia molecular pela Universidade Estadual de Santa Cruz. O cientista vem de uma família numerosa de biólogos, inspirados por uma tia e madrinha que também foi professora. É o segundo de quatro irmãos, casado, apaixonado por futebol e torcedor do São Paulo Futebol Clube. A música também atravessa sua vida: toca violino desde os sete anos, sonho de infância que nunca abandonou.

Chamadas

Chamada conjunta de apoio a pós-docs negros e indígenas em ecologia nº 3
Array
(
    [0] => WP_Post Object
        (
            [ID] => 15358
            [post_author] => 10
            [post_date] => 2025-09-08 19:32:53
            [post_date_gmt] => 2025-09-08 19:32:53
            [post_content] => Nos últimos anos, cresceu o interesse por estratégias inovadoras de monitoramento da biodiversidade, buscando superar a necessidade de captura ou observação direta de organismos. O DNA metabarcoding é uma abordagem molecular voltada à identificação precisa de múltiplas espécies com base em fragmentos de DNA, aplicada à detecção de organismos a partir de DNA ambiental (eDNA) liberado por células em fezes, secreções e outras fontes em amostras de água, sedimentos ou ar. Este projeto estuda a diversidade de aves e borboletas detectadas via eDNA em paisagens da Mata Atlântica, com o objetivo de investigar se áreas em restauração estão recuperando a biodiversidade em direção a um estado semelhante ao da floresta original. Quero caracterizar essa técnica como ferramenta para medir e comparar a dinâmica das comunidades em larga escala e quase em tempo real na floresta, além de avaliar sua reprodutibilidade para sua utilização em relatórios ambientais.
            [post_title] => Com que rapidez a biodiversidade se recupera em florestas restauradas e como podemos medi-la efetivamente?
            [post_excerpt] => 
            [post_status] => publish
            [comment_status] => closed
            [ping_status] => closed
            [post_password] => 
            [post_name] => com-que-rapidez-a-biodiversidade-se-recupera-em-florestas-restauradas-e-como-podemos-medi-la-efetivamente
            [to_ping] => 
            [pinged] => 
            [post_modified] => 2026-02-12 14:30:49
            [post_modified_gmt] => 2026-02-12 14:30:49
            [post_content_filtered] => 
            [post_parent] => 0
            [guid] => https://serrapilheira.org/?post_type=projeto&p=15358
            [menu_order] => 0
            [post_type] => projeto
            [post_mime_type] => 
            [comment_count] => 0
            [filter] => raw
        )

)

Projetos

Com que rapidez a biodiversidade se recupera em florestas restauradas e como podemos medi-la efetivamente?
Ciência / Ciências da Vida

Nos últimos anos, cresceu o interesse por estratégias inovadoras de monitoramento da biodiversidade, buscando superar a necessidade de captura ou observação direta de organismos. O DNA metabarcoding é uma abordagem molecular voltada à identificação precisa de múltiplas espécies com base em fragmentos de DNA, aplicada à detecção de organismos a partir de DNA ambiental (eDNA) liberado por células em fezes, secreções e outras fontes em amostras de água, sedimentos ou ar. Este projeto estuda a diversidade de aves e borboletas detectadas via eDNA em paisagens da Mata Atlântica, com o objetivo de investigar se áreas em restauração estão recuperando a biodiversidade em direção a um estado semelhante ao da floresta original. Quero caracterizar essa técnica como ferramenta para medir e comparar a dinâmica das comunidades em larga escala e quase em tempo real na floresta, além de avaliar sua reprodutibilidade para sua utilização em relatórios ambientais.

Recursos investidos

Grant 2025 Serrapilheira e FAPESB: R$525.000,00

Instituições

  • Universidade Federal da Bahia