Talita Diniz Melo-Hanchuk

Ciências da Vida

Originária de Minas Gerais e residente em Campinas, a cientista Talita Diniz Melo-Hanchuk é mãe de duas crianças. Quando encontra algum tempo livre, gosta de praticar voleibol para liberar o estresse. 

A bióloga construiu uma trajetória diversificada na ciência, explorando desde plantas e parasitas até a genética e bioquímica de células tumorais. Porém, encontrou sua verdadeira paixão na biologia molecular. Graduada em ciências biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais, Talita também é mestre em biologia celular e molecular pela Universidade de São Paulo e doutora em biologia molecular e funcional pela Universidade Estadual de Campinas. Seu projeto é uma tentativa de preencher a lacuna de conhecimento sobre os arbovírus assimétricos, oferecendo novas perspectivas para estratégias antivirais, vacinas e diagnósticos. Atualmente, ela trabalha como pesquisadora no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais.

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            [post_content] => A emergência e reemergência de vírus transmitidos por artrópodes destacam seu impacto crítico na saúde pública e requerem abordagens multidisciplinares para sua compreensão. A virologia estrutural oferece insights sobre vulnerabilidades dos vírus, auxiliando  no desenvolvimento de estratégias antivirais, vacinas e diagnósticos. O estudo da organização de vírus simétricos evoluiu bastante ao longo dos últimos anos. No entanto, vírus pleomórficos, como Influenza, Ebola, Sabiá e Oropouche (OROV), que possuem partículas  de tamanhos e formas variadas, ainda são pouco compreendidos. Propomos aqui, através da identificação de interações intra e inter proteínas, a geração de um mapa dessas conexões e, a partir delas, a reconstrução da partícula intacta utilizando inteligência  artificial. 
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Projetos

A estrutura de arbovírus assimétricos pode ser resolvida através do mapeamento de suas interações proteicas?
Ciência / Ciências da Vida

A emergência e reemergência de vírus transmitidos por artrópodes destacam seu impacto crítico na saúde pública e requerem abordagens multidisciplinares para sua compreensão. A virologia estrutural oferece insights sobre vulnerabilidades dos vírus, auxiliando  no desenvolvimento de estratégias antivirais, vacinas e diagnósticos. O estudo da organização de vírus simétricos evoluiu bastante ao longo dos últimos anos. No entanto, vírus pleomórficos, como Influenza, Ebola, Sabiá e Oropouche (OROV), que possuem partículas  de tamanhos e formas variadas, ainda são pouco compreendidos. Propomos aqui, através da identificação de interações intra e inter proteínas, a geração de um mapa dessas conexões e, a partir delas, a reconstrução da partícula intacta utilizando inteligência  artificial.

Recursos investidos

Grant 2024: R$ 350.000,00 (R$ 200.000,00 + R$ 150.000,00 de bônus opcional destinados à integração e formação de pessoas de grupos sub-representados na ciência)

Instituições

  • Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais
  • Temas
  • arbovírus assimétricos
  • biologia molecular
  • estratégias antivirais
  • vacinas