19/08/2026 10:00

“Por que um pintor pinta um quadro?”

  • Coluna Ciência Fundamental

Com inspiração na arte, pesquisador do Impa mergulha na abstração em busca da maneira mais enxuta de definir um objeto matemático

Ilustração: Valentina Fraiz

Meghie Rodrigues

Você já deve ter ouvido falar que a matemática é a linguagem com a qual é possível descrever a natureza: o mundo tem padrões, e a matemática nos ajuda a entendê-los. Ela também é o veículo que nos leva para fora da realidade concreta, rumo a realidades imaginadas. Com ela, é possível fazer uma sequência infinita de perguntas “E se?”. “E se o espaço tivesse quatro dimensões em vez de três?”. “E se fosse possível contar os números inteiros até que acabassem?”. “E se uma linha reta na verdade não fosse uma reta?”. 

Além de nos ajudar a dar forma à natureza que enxergamos, a matemática também permite investigar suas próprias estruturas. Entre as perguntas dessa investigação, há uma simples apenas na aparência: qual é a maneira mais enxuta de definir um objeto matemático, sem gastar lógica à toa?

Leia o texto completo no Ciência Fundamental, na Folha de S.Paulo.

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