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O que a ciência tem a aprender com o futebol

  • Coluna Ciência Fundamental

Em vez de exigir que o cientista saiba jogar em todas as posições, a pesquisa pode ser um esforço coordenado, tal qual uma seleção deveria ser

Ilustração: Lívia Serri Francoio

Kleber Neves

Vimos o hexa passar mais uma vez. Seis eliminações atrás, na Copa do Mundo de 2006, o Brasil foi derrotado nas quartas de final pela França, com gol de Henry, numa das grandes (e últimas) partidas de Zidane. O Brasil tinha o “quadrado mágico” – Ronaldo, Adriano, Kaká e Ronaldinho –, jogadores excepcionais que, juntos, tornavam o time desbalanceado. Uma frase que Galvão Bueno repetia me marcou: “O Brasil tem um time com grandes estrelas, mas não tem um grande time”.

Assim como o futebol, a pesquisa é um esforço colaborativo com várias funções: desenhar projetos, fazer experimentos, coletar dados, modelar sistemas, desenvolver software, analisar resultados. Como no futebol, há incentivos para a competição entre indivíduos (cientistas disputam grants e vagas; jogadores, contratos, prêmios e artilharia) e para a vitória do grupo (ganhar uma partida ou descobrir a cura de uma doença).

Leia o texto completo no Ciência Fundamental, na Folha de S.Paulo.

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