Tamires Rodrigues

Ciências da Vida

Assim como nós, as plantas também parecem guardar memórias. A bióloga Tamires Rodrigues investiga os chamados genes de memória, responsáveis por ajudar as plantas a reconhecer e responder mais rapidamente quando enfrentam de novo as mesmas condições adversas. Bióloga pela Universidade Federal de Ouro Preto, a cientista também é mestre em biologia geral e aplicada, pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho e doutora em biotecnologia vegetal pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde hoje é professora. Além disso, a pesquisadora passou um período da formação na Universidade de Milão. 

O Sul Fluminense é seu lugar de origem, mas foi no Rio de Janeiro que ela encontrou uma de suas grandes paixões. Gosta de praia, sol e mar, mas é o carnaval que ocupa um lugar especial no seu coração. Percussionista, a bióloga aproveita fevereiro para mudar de cenário: durante os dias de folia, o laboratório dá lugar aos blocos de rua, onde ela pode exercer outro tipo de experimentação, dessa vez ao som da percussão. 

Olívia é a companheira em boa parte das pequenas descobertas que preenchem a vida fora do laboratório. Entre a maternidade, a música e os dias de praia, a cientista encontra na filha uma parceira para explorar o mundo com a curiosidade característica da infância. Afinal, observar, testar, fazer perguntas e procurar explicações são movimentos que aproximam o universo infantil do científico. Talvez por isso haja uma espécie de continuidade entre seu trabalho e sua vida: enquanto pesquisa a memória das plantas, a bióloga também desenvolve, ao lado da filha, uma coleção de memórias para guardar.

Chamadas

Chamada 9
Array
(
    [0] => WP_Post Object
        (
            [ID] => 17042
            [post_author] => 10
            [post_date] => 2026-10-05 18:22:20
            [post_date_gmt] => 2026-10-05 18:22:20
            [post_content] => Assim como ocorre com os humanos, acredita-se que as plantas também possuam a capacidade de armazenar informações. Quando uma planta é exposta a condições adversas, como seca ou calor intenso, algumas mudanças podem permanecer mesmo após o fim do estresse. Isso levanta uma pergunta fascinante: as plantas têm “memória”?

Neste projeto, investigaremos os chamados genes de memória, que podem ajudar as plantas a reconhecer e a responder mais rapidamente a novas exposições ao estresse. Buscamos compreender como esses genes funcionam e como interagem com diferentes mecanismos de regulação dentro da planta. Ao desvendar essa memória molecular, esperamos contribuir para a compreensão sobre a adaptação das plantas a um clima cada vez mais quente e seco e, futuramente, auxiliar no desenvolvimento de culturas agrícolas mais resilientes às mudanças climáticas.
            [post_title] => Como as monocotiledôneas utilizam “genes de memória” para se ajustar e sobreviver às mudanças climáticas?
            [post_excerpt] => 
            [post_status] => publish
            [comment_status] => closed
            [ping_status] => closed
            [post_password] => 
            [post_name] => como-as-monocotiledoneas-utilizam-genes-de-memoria-para-se-ajustar-e-sobreviver-as-mudancas-climaticas
            [to_ping] => 
            [pinged] => 
            [post_modified] => 2026-10-06 14:03:49
            [post_modified_gmt] => 2026-10-06 14:03:49
            [post_content_filtered] => 
            [post_parent] => 0
            [guid] => https://serrapilheira.org/?post_type=projeto&p=17042
            [menu_order] => 0
            [post_type] => projeto
            [post_mime_type] => 
            [comment_count] => 0
            [filter] => raw
        )

)

Projetos

Como as monocotiledôneas utilizam “genes de memória” para se ajustar e sobreviver às mudanças climáticas?
Ciência / Ciências da Vida

Assim como ocorre com os humanos, acredita-se que as plantas também possuam a capacidade de armazenar informações. Quando uma planta é exposta a condições adversas, como seca ou calor intenso, algumas mudanças podem permanecer mesmo após o fim do estresse. Isso levanta uma pergunta fascinante: as plantas têm “memória”?

Neste projeto, investigaremos os chamados genes de memória, que podem ajudar as plantas a reconhecer e a responder mais rapidamente a novas exposições ao estresse. Buscamos compreender como esses genes funcionam e como interagem com diferentes mecanismos de regulação dentro da planta. Ao desvendar essa memória molecular, esperamos contribuir para a compreensão sobre a adaptação das plantas a um clima cada vez mais quente e seco e, futuramente, auxiliar no desenvolvimento de culturas agrícolas mais resilientes às mudanças climáticas.

Recursos investidos

Grant 2026: R$ 550.000,00 (R$ 450.000,00 + R$ 100.000,00 de bônus opcional destinados à integração e formação de pessoas de grupos sub-representados na ciência)

Instituições

  • Universidade Federal do Rio de Janeiro