Revelando os invisíveis da paleontologia na Amazônia

Geociências, Jornalismo

Nos últimos 150 anos, especialmente nas últimas quatro décadas, a fauna fóssil do sudoeste amazônico ganhou reconhecimento, enriquecendo coleções científicas no Acre, Manaus, Rondônia e em museus no Brasil e no exterior. Ribeirinhos, indígenas e outros atores locais foram essenciais na coleta de fósseis e descoberta de novos sítios fossilíferos, sendo fundamentais para o destaque internacional do Acre. No entanto, suas histórias, conhecimentos, lendas e mitos são pouco conhecidos e não são mencionados em publicações científicas.

Nosso projeto busca contar a história dessas pessoas e entender como elas percebem esses achados fósseis. Em 2024, o CNPq e o CONFAP receberão propostas para grandes expedições científicas na Amazônia, exigindo a inclusão de atores locais com conhecimento tradicional. No campo da paleontologia, essas pessoas ainda são pouco mapeadas. Nossa pergunta central é: Quem são e o que pensam os invisíveis da paleontologia no sudoeste amazônico?

Recursos investidos

Grant 2023: R$ 25.000,00