Rachel Herdy

Jornalismo

Rachel Herdy possui graduação e mestrado em Direito pela PUC-Rio e doutorado em Sociologia pela UERJ. É co-líder do Grupo de Pesquisa sobre Epistemologia Aplicada aos Tribunais (GREAT), do Grupo Interinstitucional de Filosofia e Teoria do Direito (GIFT) e integrante da Rede Latino-americana de Epistemologia Jurídica.

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            [post_content] => A utilização de “ciência lixo” em práticas de investigação e julgamento pode levar não só à prisão e condenação de inocentes, mas também à impunidade dos verdadeiros criminosos. Além disso, um sistema de justiça criminal não baseado em evidências faz com que o estado desperdice recursos com procedimentos sem resultados práticos.  Partindo desta premissa, a série especial de reportagens aborda as causas e consequências do mau uso de conhecimentos científicos no sistema de justiça. A produção de conteúdo ficou a cargo de uma equipe multidisciplinar de investigadores (direito e ciências forenses). 

Projeto é coordenado pela professora e pesquisadora da Faculdade de Direito da Universidad Adolfo Ibáñez (Chile), Rachel Herdy, que desde 2012 desenvolve pesquisas e publica trabalhos sobre expertise, ciência e tribunais. 

Equipe:

As reportagens estarão a cargo de uma equipe multidisciplinar de investigadores (Direito e Ciências Forenses). Integram a equipe: a professora e pesquisadora do Departamento de Química da Universidade de São Paulo (Ribeirão Preto), com estudos na área de química forense, Aline Thaís Bruni; o perito criminal federal, com estudos sobre análise e interpretação de evidências, Paulo Akira Kunii; a professora de direito probatório e pesquisadora da Universidad Alberto Hurtado (Chile), além de influenciadora digital na área da prova penal, com estudos sobre reconhecimento pessoal, Janaina Matida; a professora de processo penal e pesquisadora da Universidade Federal de Juiz de Fora, com estudos sobre tribunal do júri, Marcella Mascarenhas Nardelli; o professor de psicologia do IMED, com estudos sobre vieses cognitivos, falsas memórias e reconhecimento pessoal, William Weber Cecconello; a analista processual do Ministério Público do Rio de Janeiro, com estudos sobre provas periciais e pseudociências no Poder Judiciário, Juliana Melo Dias; e o estagiário, mestrando do Programa de Pós-graduação em Direito da UFRJ, com dissertação sobre a fiabilidade das provas periciais, Michael Guedes.

Leia todas as reportagens.
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Projetos

Quando a justiça ignora a ciência
Divulgação científica / Jornalismo

A utilização de “ciência lixo” em práticas de investigação e julgamento pode levar não só à prisão e condenação de inocentes, mas também à impunidade dos verdadeiros criminosos. Além disso, um sistema de justiça criminal não baseado em evidências faz com que o estado desperdice recursos com procedimentos sem resultados práticos.  Partindo desta premissa, a série especial de reportagens aborda as causas e consequências do mau uso de conhecimentos científicos no sistema de justiça. A produção de conteúdo ficou a cargo de uma equipe multidisciplinar de investigadores (direito e ciências forenses). 

Projeto é coordenado pela professora e pesquisadora da Faculdade de Direito da Universidad Adolfo Ibáñez (Chile), Rachel Herdy, que desde 2012 desenvolve pesquisas e publica trabalhos sobre expertise, ciência e tribunais. 

Equipe:

As reportagens estarão a cargo de uma equipe multidisciplinar de investigadores (Direito e Ciências Forenses). Integram a equipe: a professora e pesquisadora do Departamento de Química da Universidade de São Paulo (Ribeirão Preto), com estudos na área de química forense, Aline Thaís Bruni; o perito criminal federal, com estudos sobre análise e interpretação de evidências, Paulo Akira Kunii; a professora de direito probatório e pesquisadora da Universidad Alberto Hurtado (Chile), além de influenciadora digital na área da prova penal, com estudos sobre reconhecimento pessoal, Janaina Matida; a professora de processo penal e pesquisadora da Universidade Federal de Juiz de Fora, com estudos sobre tribunal do júri, Marcella Mascarenhas Nardelli; o professor de psicologia do IMED, com estudos sobre vieses cognitivos, falsas memórias e reconhecimento pessoal, William Weber Cecconello; a analista processual do Ministério Público do Rio de Janeiro, com estudos sobre provas periciais e pseudociências no Poder Judiciário, Juliana Melo Dias; e o estagiário, mestrando do Programa de Pós-graduação em Direito da UFRJ, com dissertação sobre a fiabilidade das provas periciais, Michael Guedes.

Leia todas as reportagens.

Recursos investidos

Grant 2022: R$ 49.788,00