Renata Libonati dos Santos

Geociências

Renata Libonati está acostumada com preocupações vindas da escola do filho toda vez que ele menciona sua profissão. A meteorologista induz queimadas controladas em áreas da floresta para fazer registros fotográficos por drone ou satélite. Mas está sempre disposta a explicar que não ‘bota fogo em florestas’.

Ela se graduou na Universidade de Lisboa, onde seguiu os estudos acadêmicos até o pós-doutorado. Sua pesquisa revela um importante panorama da Amazônia e sua relação com as queimadas. Além do filho de oito anos, Renata tem uma menina de doze anos e adora cozinhar massas e risotos para toda a família. Uma tendência natural da herança italiana que a meteorologista faz questão de cultivar.

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Projetos

Inter-relações fogo–vegetação–atmosfera: compreendendo o regime de fogo na Amazônia e no Cerrado utilizando sensoriamento remoto
Ciência / Ciências da terra

Extremos climáticos e a pressão da agricultura e pastagem têm contribuído para aumentar a ocorrência do fogo na Amazônia e Cerrado. Interações entre pressões antropogênicas, clima e respostas da vegetação apresentam potenciais processos positivos de retroalimentação que podem aumentar a degradação de ecossistemas. Para compreender as características principais desse regime de fogo, o sensoriamento remoto é uma ferramenta indispensável, pois permite observar áreas extensas e de difícil acesso e, a partir de dados de satélites, identificar os principais propulsores do fogo naquelas regiões.

Recursos investidos

Grant Serrapilheira: R$ 103.396,20

Instituições

  • Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • Temas
  • amazônia
  • cerrado
  • fogo
  • sensoriamento remoto
  • vegetação