Adriana Alves

Geociências

Adriana Alves é geóloga e doutora em geociências pela USP, onde também fez o pós-doutorado. Ela estuda a Província Magmática do Paraná-Etendeka (PMP), uma das maiores ocorrências de basaltos intracontinentais do mundo. Essas planícies surgem depois de eventos vulcânicos de grande porte, e no caso do Brasil, a PMP marca o início da formação do oceano Atlântico. Enquanto no mundo as outras planícies magmáticas são bem conhecidas e estudadas,  como é caso da Sibéria, no Brasil ainda se sabe pouco sobre o vulcanismo que deu origem ao PMP. A investigação de Adriana busca identificar principalmente os gases que foram liberados na atmosfera nesse evento.  

Além da pesquisa e da docência, Adriana também divide o tempo sendo mãe das pequenas Flora e Serena. Ela também preside a Comissão de Ética e Diretos Humanos do Instituto de Geociências na USP e se dedica a lutar contra o racismo na ciência. 

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Projetos

Quantificação dos potenciais impactos ambientais associados ao magmatismo da Província Magmática Paraná-Etendeka
Ciência / Ciências da terra

O Brasil abriga uma das mais expressivas ocorrências de basaltos intracontinentais do planeta, a Província Magmática Paraná-Etendeka (PMP), formada durante a abertura do oceano Atlântico. Províncias semelhantes em composição e volume promoveram grandes eventos de extinção em massa devido à exalação de gases tóxicos pelos vulcões, mas isso não parece ter ocorrido durante a formação da PMP. Decifrar as mudanças climáticas associadas ao magmatismo da PMP e seus potenciais efeitos sobre a vida é o que busca o presente projeto. Para tanto, será preciso determinar a composição e o volume dos gases expelidos pelos vulcões da PMP, bem como as taxas de extrusão dos magmas formadores da Província.

Recursos investidos

Grant Serrapilheira: R$ 100.000,00
R$ 10.000,00 (bolsa-maternidade)

Instituições

  • Universidade de São Paulo
  • Temas
  • dinossauros
  • gases tóxicos
  • Província Magmática Paraná-Etendeka
  • província vulcânica
  • vulcões