Douglas Galante

Ciências da Vida, Geociências

Apaixonado pelo céu desde criança, Douglas Galante descobriu que a melhor maneira para ser um astronauta era se transformar num grande cientista. Hoje ele vasculha o solo marciano aqui mesmo, na Terra. E ainda lidera o grupo Carnaúba, que pesquisa no acelerador de partículas brasileiro Sirius.

Bacharel em ciências moleculares pela Universidade de São Paulo, Douglas é doutor em astronomia no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas também da USP. Obteve o pós-doutorado no mesmo instituto. A investigação de Douglas Galante é um exercício de detecção da vida em lugares inóspitos, pesquisando organismos extremófilos. O gosto pelo extremo se converteu em uma paixão pelas alturas. A prática da escalada veio como uma consequência natural, mas ele não parou por aí. Douglas tem brevê de piloto e já fez até curso de paraquedismo.

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Projetos

Ambiente marciano testado a partir de ambientes terrestres análogos e simulações experimentais
Ciência / Ciências da terra

Como se pode usar o conhecimento da vida na Terra para desenvolver uma ciência sobre a habitabilidade de Marte? Uma chave pode estar nos organismos extremófilos que vivem em ambientes análogos a Marte, como a região ferrífera de Minas Gerais, os desertos áridos do Atacama e a gelidez da Antártica. Da exploração desses ambientes resultará uma coleta de microrganismos com os quais se poderão simular eventuais respostas às condições marcianas, bem como testar diferentes formas de detectá-los nessas condições.

Recursos investidos

Grant Serrapilheira: R$ 107.920,48

Instituições

  • Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais/LNNano
  • Temas
  • ambientes terrestres análogos
  • desertos áridos
  • gelidez
  • marte
  • organismos extremófilos
  • planeta
  • região ferrífera