Gênero e Número

Jornalismo

O projeto OPEN-BOX na Ciência vai abrir caixas, compilar bases de dados sobre os protagonismos feminino e negro na ciência brasileira e comunicar isso de forma visual, com narrativa estruturada em linguagem jornalística, interação e adaptação para formatos Whatsapp, plataforma web e audiovisual.

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Mesmo sendo hoje maioria no mestrado e doutorado, as pesquisadoras mulheres levam mais tempo para conquistar espaços de liderança e chegar ao topo da carreira. Elas também são contempladas com a maior parte das bolsas em todas as categorias do CNPq, mas só alcançam ⅓ das chamadas bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ), as mais conceituadas entre as concedidas pela agência de fomento. Uma das causas ainda pouco debatidas relacionadas a essas assimetrias entre homens e mulheres é a ausência de legislação e políticas institucionais que levem em conta um recorrente acontecimento na vida das mulheres: a maternidade. O minidoc “FATOR F”, realizado pela revista Gênero e Número, apresenta a visão de mães e pais sobre os obstáculos de se conciliar o cuidado dos filhos e a carreira científica e dá voz a estudiosos do tema para apontar possíveis caminhos em direção a um cenário mais equânime.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_video link="https://www.youtube.com/watch?v=RukTR9VHcUg" el_width="60"][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]POTÊNCIA N
Diante de barreiras para acessar a academia, as mulheres negras não chegam a 3% do total de docentes no Brasil . Nesse contexto, pesquisadoras e professoras negras da Matemática lutam para permanecer e avançar na carreira, ao mesmo tempo em que levantam a voz contra a desigualdade racial e de gênero nas instituições de pesquisa. Com dados e relatos de acadêmicas de diferentes partes do país, além de vozes de pesquisadoras da África e América do Sul, “POTÊNCIA N” destaca a produção acadêmica dessas mulheres e traz a perspectiva delas sobre a falta de referências negras no meio acadêmico e a importância de políticas públicas inclusivas, como a de cotas raciais.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_video link="https://www.youtube.com/watch?v=untetrh5MyM" el_width="60"][/vc_column][/vc_row]
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            [post_content] => Uma mulher morre a cada 2 dias por aborto inseguro no Brasil. Embora este seja um direito garantido por lei (em casos de estupro, anencefalia do feto e risco de vida à mãe), brasileiras não têm acesso rápido à informação, tampouco ao serviço propriamente dito. A reportagem, publicada na revista Gênero e Número e na Salud con Lupa (produzida no Peru, para América Latina), investiga como a ciência pode contribuir com uma abordagem técnica para o problema do aborto como saúde pública, fazendo avançar a discussão para além das questões políticas e morais que restringem a circulação das informações e a disponibilidade e equipamentos de serviço de aborto legal.

Leia aqui.

 
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Projetos

Open Box da Ciência
Divulgação científica / Diversidade, Jornalismo

O projeto Open Box da Ciência buscou abrir caixas, compilar bases de dados sobre os protagonismos feminino e negro na ciência brasileira e comunicar esse conteúdo de forma visual, com uma narrativa jornalística. A iniciativa da organização Gênero e Número fez um mapeamento de 250 mulheres que se destacam na pesquisa científica brasileira em cinco áreas do conhecimento: ciências sociais aplicadas, ciências exatas e da Terra, engenharias, ciências biológicas e ciências da saúde. Ele foi lançado em fevereiro de 2020.

Recursos investidos

Grant 2018: R$ 100.000,00
Fator F e Potência N
Divulgação científica / Diversidade, Plataformas digitais, Vídeo

FATOR F
Mesmo sendo hoje maioria no mestrado e doutorado, as pesquisadoras mulheres levam mais tempo para conquistar espaços de liderança e chegar ao topo da carreira. Elas também são contempladas com a maior parte das bolsas em todas as categorias do CNPq, mas só alcançam ⅓ das chamadas bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ), as mais conceituadas entre as concedidas pela agência de fomento. Uma das causas ainda pouco debatidas relacionadas a essas assimetrias entre homens e mulheres é a ausência de legislação e políticas institucionais que levem em conta um recorrente acontecimento na vida das mulheres: a maternidade. O minidoc “FATOR F”, realizado pela revista Gênero e Número, apresenta a visão de mães e pais sobre os obstáculos de se conciliar o cuidado dos filhos e a carreira científica e dá voz a estudiosos do tema para apontar possíveis caminhos em direção a um cenário mais equânime.

POTÊNCIA N
Diante de barreiras para acessar a academia, as mulheres negras não chegam a 3% do total de docentes no Brasil . Nesse contexto, pesquisadoras e professoras negras da Matemática lutam para permanecer e avançar na carreira, ao mesmo tempo em que levantam a voz contra a desigualdade racial e de gênero nas instituições de pesquisa. Com dados e relatos de acadêmicas de diferentes partes do país, além de vozes de pesquisadoras da África e América do Sul, “POTÊNCIA N” destaca a produção acadêmica dessas mulheres e traz a perspectiva delas sobre a falta de referências negras no meio acadêmico e a importância de políticas públicas inclusivas, como a de cotas raciais.

Recursos investidos

R$20.000,00
Aborto e mortalidade
Divulgação científica / Jornalismo

Uma mulher morre a cada 2 dias por aborto inseguro no Brasil. Embora este seja um direito garantido por lei (em casos de estupro, anencefalia do feto e risco de vida à mãe), brasileiras não têm acesso rápido à informação, tampouco ao serviço propriamente dito. A reportagem, publicada na revista Gênero e Número e na Salud con Lupa (produzida no Peru, para América Latina), investiga como a ciência pode contribuir com uma abordagem técnica para o problema do aborto como saúde pública, fazendo avançar a discussão para além das questões políticas e morais que restringem a circulação das informações e a disponibilidade e equipamentos de serviço de aborto legal.

Leia aqui.

 

Recursos investidos

Grant 2022: R$ 50.000,00
  • Temas
  • Cartografia
  • divulgação científica
  • Jornalismo de dados
  • mulheres na ciência